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10/06/2015

SUGADORES DE ENERGIA SUTIL






No tantrismo negro o que ocorre de mais negativo é o indivíduo não deixar escapar sua própria energia e absorver – vampirizar – a do parceiro fazendo-o emitir o máximo possível para que ele a absorva.

A degradação moral daqueles elementos é tamanha que eles procuram se fazer presentes nos ambientes em que haja eliminação de energia sutil em geral, e particularmente onde ocorrem relações sexuais.

Na magia negra dois grupos podem ser evidenciados: pessoas – encarnadas – praticantes daqueles ritos e seres incorpóreos (residentes dos “palácios da impureza”, também chamados de inferno).

Aqueles seres dotados de corpo físico, no caso de captação energética por via sexual, mantêm coito corpóreo com outros seres para sugar-lhe a energia.

Nesse sentido, naturalmente preferem o coito com pessoas humanas, pois nesse caso a eliminação de energia no orgasmo é muito grande, o que não acontece no coito com animais.

Quando eles praticam o coito com animais, visam tão somente o lado erótico depravado, e não o de vampirização, pois no animal o orgasmo é um tanto diverso do humano; nele a eliminação de energia sutil é mínima.

Ao contrário dos primeiros, o segundo grupo compreende seres destituídos de corpo denso, que, por não terem como fisicamente manter um coito, passam a se locupletarem com energia eliminada pelos praticantes encarnados.

Para isso eles simplesmente se fazem presentes e absorvem o “manto de energia” formado a partir do orgasmo.

Vezes eles mentalmente se acoplam às pessoas estimulando-as a praticarem o coito com o máximo de excitação erótica, para que o volume energético seja exponencialmente maior.

Nesses casos induzem as pessoas às praticas sensuais anômalas, àquilo que chamam de aberrações sexuais.

Para o iniciado, ou pessoas que conheçam os meios utilizados pelos seres nefandos, e mais ainda, que sabem como usar escudos defensivos, fantasias sexuais, aumento do prazer não tem implicação alguma, a não ser se ferir algum código aceito.

Mas para usar meios que visem o aumento do poder, é preciso a pessoa ter muito cuidado para não servir de refeições energéticas para os habitantes dos palácios da impureza.

Os seres inferiores sabem como estabelecer acoplamentos energéticos, elos mentais, com pessoas; para isso eles equalizam as vibrações, ou fazem uso do efeito de ressonância vibratória.

Nesses casos, a defesa mais prática e bem eficaz consiste na emissão de mantras, vocalizações, pontos, chamadas, hinos e outros cânticos, que atuam modificando as vibrações, elevando para um nível em que aquelas forças não conseguem se acoplar.

Nem sempre as atitudes dos seres inferiores visam captação de energia, eles também passam a usufruir de sensações, naturais aos encarnados, sejam humanos ou animais.

No estado natural deles não há prazeres sensoriais, iguais aos do Plano dos encarnados, porque estão em um outro tipo de frequência existencial, mas eles os sentem e saciam seus vícios através das pessoas.

Assim sendo, eles diretamente não usufruem de prazer sexual, mas conseguem usufruir prazeres através das pessoas às quais se acoplam.

Para tanto estabelecem ligações mentais com elas e usufruem dos prazeres em geral, e dos eróticos em especial.

Isso é o que acontece em casos em que a própria Igreja Católica diz serem possíveis as possessões, entre as quais vezes são registradas a presença daquelas forças, que então recebem o nome Súcubos e Íncubos, que podem atuar para aquisição de energia sutil, ou até mesmo visando o prazer orgásmico.

Quando a intenção é captação de energia sutil eles não chegam ao clímax orgásmico para não desprenderem a energia, mas quando eles visam o simples prazer eles podem chegar ao orgasmo.

Se o orgasmo é um céu para muitas pessoas que já estão numa “árvore” mais elevada, então o que dizer para aqueles seres que estão bem abaixo?

Há os sugadores de energia que praticam o vampirismo com a única finalidade de prolongarem a vida física.

Pessoas que têm milhares de anos e que têm tanto apego à vida na terra, que vivem totalmente presas às fauces de Cérbero.

Negam-se à morte do corpo físico tentando se perpetuarem; negam-se a morrer; são chamados “desafiadores da morte”.

A vida biológica depende basicamente de energia sutil, a mesma energia que sustenta a formação dos chamados fantasmas, e, sabendo disso, eles procuram captá-la por vários meios, entre eles, a via erótica.

Por vezes, eles simplesmente entram em acordo mutuo com pessoas oferecendo determinadas recompensas em troca de energia sutil.

Esta prática é a maior formadora de futuros sugadores desencarnados, pois quando tais pessoas desencarnam não escapam à cadeia de vícios que criou para si.

Os chamados “magos negros” que vivem sugando energia se tornam dotados de grande poder pessoal vivendo tanto tempo quanto for possível e à custa de ligações com práticas sexuais, através das quais podem contar com um cabedal muito grande de energia sutil.

São criaturas que dispõem de energia suficiente para viverem séculos e para executarem todas as coisas do arsenal da magia negra. Não se enganem, eles são poderosos, por isso devem ser temidos.

Os que caem em suas malhas estão sujeitos a se tornarem escravos, até que entendam todo o processo e possam, com muita dificuldade, acumular e controlar suficiente energia a té mesmo para pedir ajuda, se quiser se libertar.

Quando conseguem chegar a tal compreensão, são libertadas pela misericórdia de algum Ser à trabalho da Luz, os chamados Guardiões e Guardiãs ( Conhecidos como Exus e Pombas Gira, na Umbanda ).

Aquele que não souber como se defender, e se não dispuser de uma preciosa guarnição, por certo, será uma vitima a ser explorada e espoliada, até muitas vezes chegarem à exaustão e consequente desencarne.

Há pessoas que só se libertam quando desencarnam e outras nem assim conseguem. São pessoas que podemos considerar altamente demoníacas, que não conseguem ainda se separar de determinadas práticas e que agem de forma idêntica àquelas praticadas por seres dos “palácios da Impureza” – mundos inferiores.

Há uma diferença entre “magos negros” e os “seres demoníacos”. Considerando-se que os “palácios da Impureza” e seus habitantes pertencem à natureza negativa da pessoa, ainda assim se pode considerar dois tipos de atitudes.

Em nível de Unidade é impossível se estabelecer a diferença existente entre um “demônio” e um “mago negro”. Por outro lado, isso é fácil de explicar no nível da dualidade.

Aqui, abordando o lado sexual, vamos explicar segundo uma visão dualística, o que é, e como agem as pessoas satânicas – magos negros – juntamente com os seres dos mundos inferiores – demônios.



Demônios são seres de nível inferior e que pertencem a uma “Árvore da Vida” distinta daquela a que pertence a raça humana, mas que, sob determinadas condições, podem interagir com a terra e seus habitantes – seres humanos.

São seres que nunca encarnaram como pessoa e que correspondem àquilo que as religiões chamam de “demônios”.

Há místicos que afirmam que os demônios pertencem a uma das sete linhagens, sete paralelas à humana - uma delas é a dos Elementares ( do verbo elementar, são seres rudimentais e incompletos, diferentes Elementos; substantivo; energias vitais, completas em si mesmas) .

No “mundo” que aqueles seres habitam a possibilidade de abastecimento de energia sutil é muito limitado, o inverso do que acontece no mundo de matéria densa, dos encarnados, por isso os infernais buscam aqui o que não conseguem lá.

Os planos infernais são tremendamente vazios de tudo, aquilo que para eles é um céu – é um inferno – para os seres humanos da terra, ou seja, o “céu” deles é equivalente ao inferno para nós.

Um ser da terra pode ter vislumbres de planos superiores (Astral Superior), ou seja, do céu das religiões. O céu do mundo terreno equivale ao inferno de Planos do Astral Superior.

Uma pessoa da terra pode se beneficiar – ter vivências - dos páramos elevados, ou seja, ascender até o " céu" da terra e vislumbrar "inferno" do Mundo Astral Superior.

“Assim como é em baixo é em cima”, os seres podem ascender na “árvore” que lhe é própria e não apenas vislumbrar, mas até mesmo ter vivências transitórias no Astral Superior, estando ainda na terra e vivenciar condições superiores, até mesmo conseguir se acoplar a seres elevados.

Para uma pessoa do nosso mundo se acoplar a alguma Expressão de Consciência de um mundo superior é vivenciar um paraíso, para isso basta contar com a energia necessária e aumentar o nível vibratório pessoal.

Assim como nós nos extasiamos diante de vivências em planos superiores, igualmente os seres inferiores se extasiam com as coisas deste nosso plano, visam manter isso, mas para tanto há a necessidade de energia sutil.

Para usufruir vivências deleitosas eles necessitam de energia, por isso procuram a todo custo captá-la, e como não podem contar com muita energia sutil no mundo que lhe é próprio, então a procuram aqui; sugam-na onde quer que ela se apresente.



Os Mago Negros, por outro lado, são seres humanos que caíram, tão profundamente, nas trevas da ignorância humana, que se igualaram, e, por vezes, até superaram os seres do Astral Inferior, nos vícios e desumanidade.

Por isso é que são chamados “vampiros energéticos” – Sugadores de Energia – freqüentadores habituais de necrotérios, UTIs, abatedouros, ambiente com destruições de reservas vitais, florestas, etc.

Em especial gostam de permanecer em quarto de casais, e podemos dizer que muitos deles chegam a se tornar hospedes constante.

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NOTA: Vamos esclarecer algo que talvez você já deve ter se perguntado: o porquê de esses seres existirem.

Bem, O Criador é perfeito e esses seres foram criados para consumirem, naturalmente os excessos e restos energéticos produzidos pelas criaturas, deste e de outros Planos e Dimensões da Vida, ou seja, complemento da cadeia alimentar.

Contudo, esses seres acabaram se viciando, o vício da gula, por não se contentam com o que lhes é destinado, e em vez de consumir somente os que lhes é devido, acabaram por criar formas de extorquir e roubar o que não lhes pertence. Bem semelhante ao ser humano, com relação a bens alheios.


Obs.: As imagens são meramente ilustrativas.

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