
As pessoas andam muito preocupadas com os vírus em seus programas de computador, mas se esquecem que há certos tipos de pensamentos automáticos que provocam verdadeiras panes em suas próprias mentes.
Passe agora mesmo um ANTIVÍRUS em seu cérebro.
Vírus Pensamento Sempre/Nunca
Esse vírus ocorre quando pensamos em alguma coisa que aconteceu e cuja resposta (negativa, na maioria das vezes) vai SEMPRE se repetir, ou que NUNCA vamos conseguir o que queremos.
Deletar incondicionalmente esse vírus é a grande saída.
Vírus do Negativismo
Ocorre quando nossos pensamentos refletem apenas o lado ruim de uma situação e ignoram qualquer parte boa. O programa "Otimismo.dat" é um grande antivírus.
Vírus da Previsão de Futuro
Esse terrível vírus ocorre quando prevemos o pior resultado possível de uma situação. Ele provoca um colapso nas iniciativas, fazendo-nos desistir antes mesmo de tentar.
O antivírus melhor é "cair na real". Afinal, se pudéssemos prever o futuro, além de sermos bilionários não cairíamos em muitas armadilhas...
Vírus Leitor de Mentes
Este vírus age sempre quando ACHAMOS QUE SABEMOS o que as pessoas estão pensando, mesmo que elas não tenham dito nada. O antivírus ideal "Se Toca.exe", que ajuda a lembrar o quanto é difícil ler a própria mente, quanto mais a dos outros.
Vírus Pensar com Sensações
Este vírus aparece quando comparamos uma situação atual com outra do passado. Assim, o pensamento é "tenho a sensação que isso não vai dar certo". Delete-o, simplesmente.
Vírus da Incerteza
Facilmente detectável, ele substitui palavras como "eu quero", "eu posso" por EU TALVEZ QUEIRA ou EU PODERIA. Remédio: usar os antivírus "Segurança" ou "Crença em Si Próprio".
Vírus Rótulos
Detém nossa capacidade de ver as coisas clara e imparcialmente, pois automaticamente rotula as pessoas com as quais convivemos, ou a nós mesmos. Os antivírus mais apropriados são o "Todos Somos Iguais" ou "Ampliação da Consciência.exe".
Vírus da Pessoalidade
Induz o 'atacado' a levar tudo pelo lado pessoal. Assim, uma simples ausência de 'bom dia' por parte de um colega de trabalho leva a uma crise existencial sem precedentes: "O que eu fiz? Por que ele não falou comigo? Será que ele não gosta mais de mim? Ohhhhhhhhhhhhhhh, pobre de mim... fui excluído!". "Ampliação da Consciência.exe" também é excelente nesta aplicação.
Vírus Bode Expiatório
É um dos piores e mais temíveis vírus. Faz com que culpemos alguém pelas bobeiras ou asneiras que fazemos ou falamos, ou seja, o importante é achar um 'trouxa' para carregar o 'piano de cauda' sozinho. O antivírus "Cresça e Apareça" produz uma ótima limpeza.
MORAL DA HISTÓRIA:
Existe ao menos um antivírus ideal para cada situação. A varredura de HD deve ser constante, caso contrário o vírus volta.
por Luiz Antonio Borges Borges
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TODOS OS MÉDIUNS DEVERIAM LER ESSE TRECHO DO EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO. Leiam com bastante calma, observando as minucias de cada frase. by Cris
8. Nos últimos tempos, diz o Senhor, difundirei do meu Espírito sobre toda carne; vossos filhos e filhas profetizarão; vossos jovens terão visões e vossos velhos, sonhos. Nesses dias, difundirei do meu Espírito sobre os meus servidores e servidoras, e eles profetizarão. (Atos, 2:17 e 18.)
9. PREFÁCIO. Quis o Senhor que a luz se fizesse para todos os Homens e que em toda a parte penetrasse a voz dos Espíritos, a fim de que cada um pudesse obter a prova da imortalidade. Com esse objetivo é que os Espíritos se manifestam hoje em todos os pontos da Terra e a mediunidade se revela em pessoas de todas as idades e de todas as condições, nos homens como nas mulheres, nas crianças como nos velhos. É um dos sinais de que chegaram os tempos preditos. Para conhecer as coisas do mundo visível e descobrir os segredos da Natureza material, outorgou Deus ao homem a vista corpórea, os sentidos e instrumentos especiais. Com o telescópio, ele mergulha o olhar nas profundezas do espaço, e, com o microscópio, descobriu o mundo dos infinitamente pequenos. Para peneirar no mundo invisível, deu-lhe a mediunidade. Os médiuns são os intérpretes incumbidos de transmitir aos homens os ensinos dos Espíritos; ou, melhor, são os órgãos materiais de que se servem os Espíritos para se expressarem aos homens por maneira inteligível. Santa é a missão que desempenham, visto ter por fim rasgar os horizontes da vida eterna.
Os Espíritos vêm instruir o homem sobre seus destinos, a fim de o reconduzirem à senda do bem, e não para o pouparem ao trabalho material que lhe cumpre executar neste mundo, tendo por meta o seu adiantamento, nem para lhe favorecerem a ambição e a cupidez. Aí têm os médiuns o de que devem compenetrar-se bem, para não fazerem mau uso de suas faculdades. Aquele que, médium, compreende a gravidade do mandato de que se acha investido, religiosamente o desempenha. Sua consciência lhe profligaria, como ato sacrílego, utilizar por divertimento e distração, para si ou para os outros, faculdades que lhe são concedidas para fins sobremaneira sérios e que o põem em comunicação com os seres de além-túmulo. Como intérpretes do ensino dos Espíritos, têm os médiuns de desempenhar importante papel na transformação moral que se opera. Os serviços que podem prestar guardam proporção com a boa diretriz que imprimam às suas faculdades, porquanto os que enveredam por mau caminho são mais nocivos do que úteis à causa do Espiritismo. Pela má impressão que produzem, mais de uma conversão retardam. Terão, por isso mesmo, de dar contas do uso que hajam feito de um dom que lhes foi concedido para o bem de seus semelhantes. O médium que queira gozar sempre da assistência dos bons Espíritos tem de trabalhar por melhorar-se. O que deseja que a sua faculdade se desenvolva e engrandeça tem de se engrandecer moralmente e de se abster de tudo o que possa concorrer para desviá-la do seu fim providencial. Se, às vezes, os Espíritos bons se servem de médiuns imperfeitos, é para dar bons conselhos, com os quais procuram fazê-lo retomar a estrada do bem. Se, porém, topam com corações endurecidos e se suas advertências não são escutadas, afastam-se, ficando livre o campo aos maus. (Cap. XXIV, nos 11 e 12.)
Prova a experiência que, da parte dos que não aproveitam os conselhos que recebem dos bons Espíritos, as comunicações, depois de terem revelado certo brilho durante algum tempo, degeneram pouco a pouco e acabam caindo no erro, na vertigem, ou no ridículo, sinal incontestável do afastamento dos bons Espíritos. Conseguir a assistência destes, afastar os Espíritos levianos e mentirosos, tal deve ser a meta para onde convirjam os esforços constantes de todos os médiuns sérios. Sem isso, a mediunidade se torna uma faculdade estéril, capaz mesmo de redundar em prejuízo daquele que a possua, pois pode degenerar em perigosa obsessão. O médium que compreende o seu dever, longe de se orgulhar de uma faculdade que não lhe pertence, visto que lhe pode ser retirada, atribui a Deus as boas coisas que obtém. Se as suas comunicações receberem elogios, não se envaidecerá com isso, porque as sabe independentes do seu mérito pessoal; agradece a Deus o haver consentido que por seu intermédio bons Espíritos se manifestassem. Se dão lugar à crítica, não se ofende, porque não são obra do seu próprio Espírito. Ao contrário, reconhece no seu íntimo que não foi um instrumento bom e que não dispõe de todas as qualidades necessárias a obstar a imiscuência dos Espíritos maus. Cuida, então, de adquirir essas qualidades e suplica, por meio da prece, as forças que lhe faltam.
10. Prece. – Deus onipotente, permite que os bons Espíritos me assistam na comunicação que solicito. Preserva-me da presunção de me julgar resguardado dos Espíritos maus; do orgulho que me induza em erro sobre o valor do que obtenha; de todo sentimento oposto à caridade para com outros médiuns. Se cair em erro, inspira a alguém a idéia de me advertir disso e a mim a humildade que me faça aceitar reconhecido a crítica e tomar como endereçados a mim mesmo, e não aos outros, os conselhos que os bons Espíritos me queiram ditar. Se for tentado a cometer abuso, no que quer que seja, ou a me envaidecer da faculdade que te aprouve conceder-me, peço que ma retires, de preferência a consentires seja ela desviada do seu objetivo providencial, que é o bem de todos e o meu próprio avanço moral.
cristinatormena
Cristina Alves
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Não bagunce o que você não poderá arrumar. Não conquiste um coração que você não irá acalentar. Não entre na vida de alguém, se não tiver certeza de que irá ficar.
É preciso pensar e ponderar antes de tomar qualquer atitude, antes de opinar, antes de entrar na vida de alguém. Às vezes, não poderemos evitar, mas deveremos ter em mente que, se for para desarmonizar, quando ainda não estivermos seguros do que queremos, não será justo bagunçarmos os espaços e os sentimentos que não saberemos reorganizar.
Tomemos como exemplo prático um ambiente físico: caso tiremos as coisas de seus lugares, sem termos planejado com antecedência o que iríamos fazer com aquilo tudo, estaremos apenas desorganizando o local sem razão alguma.
É necessário que estejam claros os motivos e os objetivos daquela ação, ou tudo sai por água abaixo. E, se as coisas desarrumadas não forem nossas, a situação piora ainda mais.
Infelizmente, tem gente que parece possuir o dom de desarrumar e desarmonizar qualquer ambiente por onde passa, qualquer vida em que entra, qualquer sentimentoque deseja compartilhar.
É como se jogassem um pedregulho em um lago sereno, como se odiassem calmaria. Basta haver certeza, que ali plantarão dúvidas Basta haver silêncio, que ali provocarão barulheira. Basta haver paz, que ali semearão discórdia.
Pessoas assim dificilmente conseguirão colocar em ordem os próprios sentimentos, tampouco serão capazes de lidar equilibradamente com os sentimentos alheios.
Descuidados para com o próprio coração, pouco cuidarão do coração de quem estiver dividindo amor. Bagunçarão os pensamentos, os sentimentos, o afeto e a vida de quem resolver tentar ficar junto.
Portanto, não bagunce o que você não poderá arrumar. Não conquiste um coração que você não irá acalentar. Não entre na vida de alguém, se não tiver certeza de que irá ficar. Não se desloque para espaços que você não saberá ocupar.
As pessoas já têm os próprios problemas com que lidar, ou seja, ninguém precisa acumular questões mal resolvidas, questões que nem são suas. É isso.
Marcel Camargo
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A batalha mais difícil de ser travada ocorre no teu mundo íntimo. Ninguém a vê, a aplaude ou a censura.
É tua. Vitória, ou derrota, pertencerá a ti em silêncio. Nenhuma ajuda exterior poderá contribuir para o teu sucesso, ou conjuntura alguma te levará ao fracasso.
Os inimigos e os amigos residem na tua casa interior e tu os conheces. Acompanham-te, desde há muito estás familiarizado com eles, mesmo quando te obstinas por ignorá-los.
Eles te induzem a glórias e a quedas, aos atos heroicos e às fugas espetaculares, erguendo-te às estrelas ou atrelando-te ao carro das ilusões.
Sob disfarces, que são as suas estratégias de beligerância criminosa, o Ego mente, calunia, estimula a sensualidade, fomenta a ganância, gera o ódio, a inveja, trabalha pela insensatez.
Desnudado, o Eu ama, desculpa, renuncia, humilha-se e serve sem cessar. Jamais barganha ou dissimula os seus propósitos superiores.
O Ego combate e tenta asfixiar o Eu. O Eu é o excelente libertador do Ego.
O Ego ameaça a paz e se atulha com as coisas vãs, na busca instável da dominação injusta.
O Eu fomenta a harmonia e despoja-se dos haveres por saber que é senhor de si mesmo e não possuidor dos adornos destituídos de valor real.
pelo Espírito Joanna de Ângelis
Livro: Momentos de Meditação
(Divaldo P. Franco)
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O respeito pelo que é sagrado é uma luz que se abre em todas as direções, e não um sentimento exclusivo por um único objeto externo de adoração.
A devoção significa uma dedicação a um ideal, a algo que prezamos e consideramos imensamente maior do que nós. E esse sentimento é universal. Todo ser humano ativo é devotado a alguma coisa.
O cético ou o ateu pode ser, durante muito tempo, sinceramente devotado à sua empresa, à sua profissão, sua família, ou mesmo à busca de poder e dinheiro.
O dólar pode ser um deus ao qual se sacrificam honestamente muitas coisas. Outros cidadãos desenvolvem um sentimento de devoção por ideais de justiça social, de preservação do meio ambiente ou talvez de ética na política.
Assim, a devoção está dissolvida em nossa vida cotidiana. Poucos são os que nada realizam na vida com dedicação e desprendimento sinceros.
Os pais sentem devoção pelos filhos. Os filhos sentem admiração pelos pais. No casal, cada um sente profunda devoção pelo outro. A amizade pode ser um sentimento sagrado. Os amigos leais têm devoção uns pelos outros.
E quanto à natureza? Separe cinco minutos para olhar o céu ao final do dia. Verifique se a visão de um belo pôr-do-sol não desperta em você a emoção do sagrado, e se não surge uma gratidão por estar vivo nesse pequeno planeta.
Os cachorros, nossos irmãos mais novos, têm uma certa adoração por seus donos. Confira, quando puder, a energia que ilumina os olhos do seu melhor amigo.
Se a devoção é a reverência do pequeno pelo grande, a compaixão é a solidariedade do grande pelo pequeno. E os dois sentimentos andam juntos.
O grande sábio sente devoção pelo ideal do progresso evolutivo dos seres menores. Muitos optam por uma dedicação sagrada à causa da fraternidade humana sem fronteiras, e ela é prioritária para a filosofia esotérica [Entenda esotérica como o sagrado despertar da verdadeira natureza humana, destino de todos].
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Reproduzido do texto "Bhakti, a Ioga da Devoção", de Carlos Cardoso Aveline
http://www.teosofiaoriginal.com/2014/03/bhakti-ioga-da-devocao.html
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"Nunca personalize Cristo. Não faça de Cristo uma forma de identidade. Como pessoas, os avatares, as mães divinas, os mestres iluminados (os pouquíssimos que são verdadeiros), não são especiais.
Sem um falso eu para os apoiar, defender e alimentar, eles são mais simples e mais comuns do que o homem ou a mulher comum.
Alguém com um ego forte considerá-los-ia insignificantes ou, mais provavelmente, nem sequer os veria.
Se se sentir atraído para a presença de um mestre iluminado, é porque já existe presença suficiente em si para você reconhecer a presença do outro.
Houve muitas pessoas que não reconheceram Jesus ou Buda, assim como há, e sempre houve, muitas pessoas que se sentem atraídas para os falsos mestres. O ego é atraído por um ego maior. As trevas não podem reconhecer a luz.
Apenas a luz pode reconhecer a luz. Por isso, não pense que a luz está fora de si ou que ela só poderá surgir através de alguma forma particular.
Se apenas o seu mestre for encarnação de Deus, quem será você então?
Qualquer espécie de exclusividade resulta da identificação com a forma, e a identificação com a forma resulta do ego, por mais disfarçado que ele esteja.
Use a presença do mestre para que ela crie um reflexo da sua própria identidade, para além do nome e da forma, e para você próprio se tornar mais intensamente presente.
Depressa compreenderá que não existe nem "meu" nem "eu" na presença. A presença é só uma."
Eckhart Tolle (O Poder do Agora, pág. 118)
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Que este amor não me cegue nem me siga.
E de mim mesma nunca se aperceba.
Que me exclua de estar sendo perseguida
E do tormento
De só por ele me saber estar sendo.
Que o olhar não se perca nas tulipas
Pois formas tão perfeitas de beleza
Vêm do fulgor das trevas.
E o meu Senhor habita o rutilante escuro
De um suposto de heras em alto muro.
Que este amor só me faça descontente
E farta de fadigas.
E de fragilidades tantas
Eu me faça pequena.
E diminuta e tenra
Como só soem ser aranhas e formigas.
Que este amor só me veja de partida.
Hilda Hilst
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