.OKEY CABOCLO!

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OKEY CABOCLO!

19/10/2011

MENSAGEM DE ANA NERI II










Nossa grande guerreira Joana se referiu a uma palavra – intolerância.


A partir dela e do seu significado oposto, quantas guerras não poderiam ter sido evitadas, quantas discussões, dissabores, até mesmo mal entendido simples, e muitas vezes, como vocês dizem, “não vou dar o braço a torcer”.


Sede, pois, irmãos, os primeiros a se levantarem e a estender o seu braço, estender a sua palavra. Não apenas apontar o erro do teu irmão mas se o sabes, dizer do seu, e se não os tem, avançar no caminho da paz.  


Isso não é sinal de fraqueza, é sinal de sabedoria, de discernimento, de equilíbrio, de espiritualidade colocada em prática.


Quantos e quantos irmãos passam por vocês em algumas situações e alguns simplesmente se omitem, dizendo “vamos deixar como está, vamos aguardar, vamos esperar”.


Mas muitas vezes, o que é preciso naquele momento, é esta palavra de “basta”, pela paz, de  “basta”, pelo amor, de se colocar, sim, perante o teu próximo, estender a vossa mão e dizer: “eu estou aqui para te ajudar”.


Às vezes, é só o que o teu irmão necessita ouvir.



Ana Neri

16/10/2011

NUVEM VERMELHA









Busquem, lutem, podem ter certeza de que conseguem!


Estas luas para frente, como Cacique e todos os guerreiros aqui já tinham falado, são luas como os guerreiros chamam aqui na Terra, da magia, da energia que tomam conta da energia e do pensamento dos guerreiros, onde você guerreiro, caminhando na Terra e fazendo a diferença, para aqueles que realmente buscam e acreditam em si mesmo.


Quantos guerreiros aqui na Terra, parados, no seu dia a dia, em vez de estarem caminhando, para aquilo que realmente estão em busca, mas perdidos – como bem disse a guerreira Joana – no seu pensamento, acabam brecando pelo espírito aquilo que poderia trazer a paz a seu próprio caminho.


Mas Cacique fala aos guerreiros que os irmãos são fortes, que os guerreiros devem lutar por aquilo que buscam, acreditando em si mesmo, acreditando em seu próprio caminho, e a cada lua, tornando este caminho mais forte. Porque os guerreiros, sim, são fortes.

A sua busca é a guerra diária, na vida dos guerreiros.

Aquele guerreiro que luta, conquista. Aquele guerreiro que se perde em pensamento, é um guerreiro parado, que se olhar à sua volta vai perceber que não consegue encontrar o caminho.


Busquem, lutem, podem ter certeza de que os irmãos conseguem. Acreditem no Grande Espírito, em si mesmos. Aproveitem o dia, aproveitem o momento que é único e especial dos guerreiros.


Quando acordam já é um momento especial, porque o Grande Espírito dá oportunidade a você, guerreiro, a você, guerreira, de pegar um novo caminho e a partir daí construir a sua luz.


Lutem para isto, não esqueçam que os guerreiros não estão sozinhos neste caminho. Muitos, como os guerreiros falam aqui na Terra, torcem e vibram e, sim , mandam energia de outros planos para os irmãos, para que os irmãos tenham um caminho em paz, sem julgamento, com alegria, e principalmente com aqueles guerreiros que realmente estão próximos de si mesmo, estão próximos do Grande Espirito.

O olhar para dentro de si, antes, para perceberem que o que faziam antes – hoje, quem sabe, não toleram.

É o aprendizado de cada guerreiro no seu momento. E a lição que o Grande Espírito deixa àqueles que conseguem enxergar mais longe, cada guerreiro aprende de uma forma, de um jeito, mas todos levam o caminho ao caminho do Grande Espírito.


Que os guerreiros sorriam amanhã, aproveitem o seu dia e agradeçam ao Grande Espírito pela oportunidade que o Grande Manitu deixa aos guerreiros de estarem evoluindo aqui na Terra, e de estarem conquistando aquilo que buscam.



NUVEM VERMELHA



Por Helen IIans, em Conselhos, Ensinamentos





 

MENSAGEM DE ANA NERI






O julgamento cabe somente a Deus


Gostaria apenas de relembrar aos irmãos sobre o julgamento. Não cabe a vocês proclamar quem esteja certo ou não. Não cabe a nenhum de vocês interferir como dando uma sentença final àquele que está no tribunal, aquele que é o réu.

Quem de vocês, irmãos, já não tomou uma decisão e ficou com um ponto de interrogação, sem saber o que fazer?

Vocês já aprenderam, já ouviram, alguns até já estudaram, que o julgamento cabe ao Grande Pai. E isso continua prevalecendo. As regras não mudaram. O julgamento continua pertencendo única e somente a Deus Nosso Senhor.

Vocês podem, sim, é fazer uso do respeito e do exercício da oração. Pedindo sabedoria e discernimento para aquele que está na decisão, e não simplesmente julgando muitas vezes o teu próximo.

Pensem e reflitam. Agradeço a oportunidade de estar mais uma vez nesta Casa de Luz e peço a Deus que abençoe a todos.


Enfermeira Ana Neri


Por Helen IIans





QUEM FOI ANA NERI?



Enfermeira baiana (13/12/1814-20/5/1880). Primeira profissional a se dedicar à enfermagem no Brasil, serve como voluntária na Guerra do Paraguai. Como homenagem, em 1926, Carlos Chagas dá seu nome à primeira escola oficial brasileira de enfermagem de alto padrão. 
 
Ana Justina Ferreira Néri nasce na vila de Cachoeira de Paraguaçu. Viúva do capitão-de-fragata Isidoro Antônio Néri, não se conforma em ver os três filhos - o cadete Pedro Antônio Néri e os médicos Isidoro Antônio Néri Filho e Justiniano de Castro Rebelo - e mais dois irmãos, ambos oficiais do Exército, serem convocados para a Guerra do Paraguai. 

Decide escrever ao presidente da província uma carta na qual oferece seus serviços como enfermeira durante todo o tempo em que durasse o conflito. Deixa a Bahia, pela primeira vez na vida, em 1865 e vai auxiliar o corpo de saúde do Exército. 

Trabalha no hospital de Corrientes, onde conta com a ajuda de poucas freiras vicentinas para cuidar de mais de 6 mil soldados internados. Parte algum tempo depois, atuando em Salto, Humaitá, Curupaiti e Assunção. 

Na capital paraguaia, então ocupada e sitiada pelo Exército brasileiro, monta uma enfermaria-modelo, utilizando para isso recursos financeiros pessoais, herdados da família. Volta ao Brasil em 1870, recebendo várias homenagens, entre elas as condecorações com as medalhas de prata humanitária e de campanha. 

Recebe do imperador dom Pedro II uma pensão vitalícia, com a qual educa quatro órfãos recolhidos no Paraguai. Morre no Rio de Janeiro. Seu retrato, pintado por Vítor Meireles, ocupa até hoje lugar de honra no Paço Municipal de Salvador.

 

www.hospitalar.com




15/10/2011

CUNHATAÍ, A MENINA SAGRADA CONTRA O SUICÍDIO







- Ofereço este post, com todo meu amor e gratidão, 
à todos os(as) Guias e Mentores que se apresentam na forma indígena, pelo dia dos professores.



Quando Cunhataí era criança, ouvia os espíritos da mata, ela via a mãe das águas. Os sonhos eram o seu direcionamento. Sua clarividência era ancestral.

Cunhataí tinha o poder da cura. Onde colocava as mãos, o bem se fazia. Sua mãe, insatisfeita com as invasões dos estrangeiros, tomou erva má, para que a semente que ouvia o espírito da mata, morresse.

A erva fez muito mal à pequena Cunhataí; não a matou, tirou um pedaço dela... A mãe desesperançada com sua aldeia, não queria mais as coisas do espírito, negava a terra e a raiz. Ela queria o suicídio. Mas a avó da menina era mais guerreira. A mãe ficou cega e muda. 

Tempos depois a mãe renasceu da mudez e da cegueira por uma prova divina e se tornou pajé, sacerdotisa das águas. E a triste avó, cansada das dores, do peso do tempo e do sacrifício, morreu. Mas sua essência permaneceu.

O homem branco, naquela época ria e incutia maus valores em alguns membros do povo... A semente ferida e mutilada nasceu triste e com uma estrela no olho direito. Era Cunhataí. Foi o lado direito que quase morreu. Só ficou roxo como uma marca, um sinal e... 

Sobreviveu para ouvir os espíritos, os antepassados e as velhas mulheres enrugadas pelos séculos. Sobreviveu para compreender o significado das três velhas, cujas seis mãos se transformam em cobras.

O velho espírito disse a Cunhataí: Vai ave-menina e mulher! Cria asas e enxergue, um dia, quem sabe, seremos livres! Ela foi pra longe sofrer. Por isso quando ela retornou à sua aldeia de origem, o cacique, a pajé e os segmentos do povo a reconheceram, porque ela já era esperada por decisão dos ancestrais, há muitos séculos. 

O seu olho direito roxo_ o espiritual_ foi identificado pelos líderes conectados com a ancestralidade e pelo pitiguary, o pássaro que ANUNCIA. Os que não reconheceram estão muito além, mas muito além de qualquer tipo de compreensão do que seja essência, transcendência indígena. 

Estavam cegos, por isso traíam seus próprios conterrâneos e incentivavam a discórdia, a inveja, a mentira, a intriga, a luta pelo poder e desconheciam o verdadeiro sentimento de paz, solidariedade, amor ao próximo, companheirismo e cooperação, por isso muitas meninas sofriam. 

Foram contaminados pelo poder dos neocolonizadores. Só vislumbravam o materialismo, por isso não podiam perceber os sinais dos deuses, dos ancestrais, do Grande Espírito_ a Poderosa Força Cósmica_ existente dentro de todas as boas almas.

Mas Cunhataí, em toda a sua vida seguiu o boto e as ordenações de seus sagrados ancestrais. Muitas mulheres indígenas que ouviram a história de Cunhataí, desenvolveram um útero sadio, porque entendiam que a cosmovisão indígena estava sagradamente vinculada a Mãe-Terra. 

E começaram a trabalhar e a lutar para melhorar as condições de vida do povo. Ninguém mais se suicidou, porque o amor e o respeito prevaleciam nas famílias, entre o homem e a mulher. A palavra fome nunca mais se ouviu naquele povo, quando também os homens perceberam o mal que haviam adquirido.

Cunhataí deixou a mensagem para que todos os homens e todas mulheres prestassem bem a atenção nos seus sonhos e deles fizessem seus caminhos a partir do respeito pelos velhos e velhas e pelos ancestrais e pelas boas relações de igualdade e respeito entre homens e mulheres!



Texto de Eliane Potiguara,

uma índia, escritora. 



13/10/2011

Festa de Cosme e Damião










Após a abrtura dos trabalhos:


Cacique:
Guerreiro Alce Negro, pode trazer os pequenos para dar início à festa.

               -  Que os pequenos sejam bem vindos à Casa de Luz.

Marlene: Pode vir, o mais peralta pode sair do cantinho! Vamos embora, Toninho, vem logo. Se você não vier, os doces também não vem.

Toninho:
Hahaha! Oi para todo mundo! O meu coelho está aqui. A nossa amiga Fátima está aqui.

Marlene: Fátima do que?

Toninho: Fátima de Jesus, nós é que escolhemos o nome. Ela tem 6 anos, tia Margarida. Eu quero água e doce. Não tem doce hoje?

Marlene:
Eu quero água benta!

Toninho: A Tia Cris fez bolo. Ô tia Cris, cadê o bolo? Fátima, nós temos que cantar parabéns para a Tia Cris.

Toninho: É a primeira vez que a Fátima está vindo aqui. Dá os docinhos para ela se acostumar com os doces.

(as brincadeiras continuam por mais um tempo, as pessoas se aproximam e falam com as crianças e muita alegria está presente em todos).


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Psicografia



Cacique:
A guerreira Viviane deixou palavras. Pode fazer leitura das mensagens deixadas.

Leituras
:



Deus em sua infinita bondade permite que a alegria das crianças invada os corações mais endurecidos. 


A simplicidade encontrada no pensamento infantil deveria nos acompanhar por toda a vida pois o não julgamento e o perdão estão sempre presentes nas atitudes dos pequenos.

Neste dia de festa, meus queridos irmãos, lembramos da importância dos cuidados que devemos ter com os nossos pequenos, pequenos estes que representarão a nova nação, uma nação diferente, evoluída, por isso ame seus pequenos. 

O que significa amá-los? É compreender, ensinando-lhes a razão, é proporcionar-lhes espaço, mostrando-lhes os limites da vida e acima de tudo amá-los como Jesus nos amou.

Viviane


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Do Guerreiro Augusto:



É com enorme orgulho, meus irmãos, que esta noite estou aqui hoje presente nesta linda hmenagem aos nossos pequenos. 


Sempre me trouxe grande alegria participar destas festas,[ quando em carne ], porém hoje deste lado, vejo quanto é importante a presença destas pequenas estrelas nos trabalhos espirituais.

Eles não só nos trazem alegria e felicidade, mas um singelo e puro conhecimento dos ensinamentos de Deus que se transformam de uma maneira muito simples em ajuda aos mais necessitados irmãos.

Amem seus pequenos com amor, dedicação e fé no poder do Grande Pai. 

Augusto

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 Da Criança, Carminha:

Hoje pela primeira vez vou deixar mensagem aqui escrita.

Sou uma criança e como hoje é dia de festa vim dizer a todos os papais e mamães que abracem seus filhos não só fisicamente mas sim com o seu coração.

Não deixem que eles façam só o que querem, quando eles estão teimando.

É porque querem chamar a sua atenção e pedir que lhes ensinem o caminho. 

Amem seus pequenos e fiquem com Deus.

Carminha


Por Helen Hans, 

em  festa de Cosme e Damião

11/10/2011

PEDRA ALTA- MENSGEM




A brevidade é uma tônica presente aqui nesta noite por todos aqui presentes, representando o Conselho.


 Sejam bem vindas as égides que comandam a cura e que nos ajudam a ajudar a quem precisa. Bem vindas as tribos da África. Bem vinda a sabedoria da Grécia. Bem vindos os remanescentes dos povos das Américas. As entidades de luz do extremo oriente…


 E o ritmo que ainda se ouve da imensa e gelada Oceania. Todo o planeta se une para as mudanças de reconstrução, de renovação dos anos.


 Todos vocês devem estar estranhando o silêncio daqueles que dizem que os governam. Todos devem estar alertas com prenúncios de novas guerras, mas não devem estar. São mais tremores, mais sinais do que propriamente outros terremotos sobre a face da Terra.


Mas o aviso foi dado e os Governos de cada Hierarquia Se pronunciam e agora vão agir. Portanto, esperem surpresas e estejam preparados para uma nova postura social. Já é mais do que tempo e assim será.


Não somos nós que dizemos. Apenas repetimos uma mensagem superior – o universo não consegue absorver parte da energia pessimista que paira sobre este planeta. Portanto, aqueles que sempre acreditaram, que sempre caminharam com retidão, que nunca perderam sua dignidade, a estes – vocês, por exemplo – será mostrado este novo mundo.


Não são previsões apocalípticas ou de destruição, porque quase tudo aqui já foi destruído. Mas enquanto existir uma centelha da luz divina, tudo pode ainda ser possível.


Pedimos a vocês, nestes dias, que se recolham à meditação, e que peçam, orem, acreditem, à maneira de cada um. Esta corrente de serenidade pode ajudar muito no que está para acontecer. Eu espero que sejam cores, beleza, momentos de muita luz, aquilo que vocês possam ver.


Nunca se esqueçam de que tudo o que tenham feito de bom estará retornando a vocês.


Agradecido à imensa corrente mundial que aqui se estabelece nesta noite.


Pedra Alta 

Por Ellen, em Caminhos Sagrados


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MENSAGEM DE CHALEIRA PRETA


 




Mantenha sua chama interna acesa

 
Há muitas luas atrás, um pequeno foi fazer conversa com um Grande Cacique, e perguntou para grande Cacique, grande Xamã, o que ele devia fazer para levar um caminho tranqüilo, como ele deveria legar o seu caminho?

Grande Cacique, Grande Xamã pediu para que o pequeno fizesse uma fogueira e nunca deixasse que a chama de sua fogueira acabasse. 

Pequeno, no começo, não entendeu o porquê da fogueira, mas foi em um lugar aberto e ali fez a sua fogueira. Fez a chama levantar. As lenhas que Pequeno colocou na sua fogueira eram energia, conhecimento no caminho de vocês aqui.

O Pequeno, observando a fogueira, sua chama alta… Quando batia vento, a chama balançava. O vento no caminho aqui dos guerreiros são as dificuldades.

E batia vento, Pequeno via que a chama ia apagar e ficava desesperado. Quando a chama balançava por causa do vento, Pequeno se desesperava. Isto acontece no caminho dos guerreiros, quando acontecem dificuldades, guerreiro se desespera.

E guerreiro, após muitas vezes, ficar nervoso, desesperado, por causa do vento –  achou uma solução: toda a vez que batia o vento e a chama fazia movimento, guerreiro colocava mais lenha – mais conhecimento. E após o vento passar, a chama aumentava.

Guerreiro continuou observando o fogo. A chama ia diminuindo, era hora de colocar mais lenha, mais energia, mais conhecimento no caminho. Duas luas após elevando chama com conhecimento, com lenha, fazendo aumento, passando pelas dificuldades do vento, veio a chuva.

O que é a chuva no caminho dos guerreiros aqui na Terra? A chuva não iria apagar a chama, o fogo do Pequeno? A saída para o pequeno era levar um pedaço da chama até a caverna e fazer nova fogueira. 

Dentro da caverna, não teria chuva, e nem teria vento. A chuva significa mudança de caminho. E pequeno fez nova fogueira dentro de caverna. Chuva não atrapalharia mais seu caminho, vento não atrapalharia mais seu caminho.  

O que Pequeno ia precisar fazer, era só continuar abastecendo sua chama, seu fogo. E assim Pequeno entendeu como levar seu caminho.

Espero que os guerreiros tenham entendido a mensagem e como o Pequeno aprendeu a levar o seu caminho, os guerreiros também aprendam. Que o Grande Espírito abençoe a todos os guerreiros.


CHALEIRA PRETA


Por Helen Ians, em Caminho Sagrado